Ainda as farmácias.
Ja tudo(ou quase) tudo foi dito e escrito nos jornais e na blogosfera sobre o assunto. Mesmo assim algumas notas:
Uma aspirina pode matar. É preciso um pouco de azar ( e falta de informaçao) mas já aconteceu e continua a acontecer(em condiçoes especificas). Em Portugal, muita gente toma medicamentos na base das opinioes dos amigos e vizinhos. Por isso é que sou a favor de que em qualquer estabelecimento onde se possam vender medicamentos, esteja um farmacêutico para que no caso de se ter uma dúdiva... Basta pensar que qualquer ser humano que beba 15 litros de água num espaço muito curto de tempo morre. E estamos a falar de uma coisa aparentemente inocua, a água. Também penso que se se quer realmente se liberalizar, entao qualquer farmaceutico pode abrir uma farmácia. Julgo que nao se vao vender mais, ou menos medicamentos por isso. Os critérios de esocolha dos utentes passarao a ser,provavelmente, o atendimento. Na zona onde resido, existem 3(agora 2) farmácias quase pegadas e uma delas tem sempre mais gente devido única e simplesmente ao atendimento.

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