Mós.
http://jn.sapo.pt/2004/07/12/politica/ana_gomes_acusada_incontinencia_verb.html
http://www.portugaldiario.iol.pt/especial_artigo.php?div_id=&id=120840
http://www.accaosocialista.net/03/1190_06_03_2003/internacional_1.html
Estes são alguns exemplos. Quando se está na mó de cima (quando temos o beneplácito e o tempo de antena na comunicação social) pode-se dizer quase o que se quer. Poucos questionam, não há grandes ondas. Há apoio. Mas isto só dura enquanto interessa, seja ao governo, às televisões ou aos próprios (conjugados estes factores ou não ). Enquanto Ana Gomes esteve contra a guerra no Iraque foi assim. Enquanto o PS não era governo, enquanto José Lamego apoiou a intervenção , e enquanto eram "os outros", a coisa passou. Mas agora o "jogo" virou. O ministro dos negócios estrangeiros foi a favor da intervenção, as tropas continuam lá, o governo não quer grandes conversas sobre os vôos da CIA. Agora já não nos é mostrada a mesma personagem. Já não há manifs. O tempo de antena é menor. Até na linguagem está mais moderada. Assim se joga o jogo da política.

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