No seu melhor.
http://causa-nossa.blogspot.com/2008/09/lasca-do-alasca.html
"Sarah Palin, a lasca do Alasca, estonteou, de facto, toda a gente!"
"Claro que é gira e, à primeira vista, desinvolta frente a câmaras e microfones. "
"Mas o principal «handicap» de Sarah Palin é que, mais do que ninguém a conhecer nos EUA, ninguém lhe reconhece competência e experiência para ser Vice-Presidente (“será capaz de apontar o Irão no mapa?” perguntava um reporter na TV)."
"Antes de mais Sarah Palin destruia duas das mais viciosas linhas de ataque de McCain a Obama: a acusação de que não tinha experiência para o cargo (e a da piquena?) e de que só tinha a substância das "celebrities" (e qual é a "gravitas" da Governadora do Alasca capa da Vogue?)"
"- o potencial para esturro adivinhava-se no facto de McCain não conhecer realmente a “babe”, só a tendo encontrado uma única vez antes de a meter no “ticket”; no esfusiamento mediático de Sarah Palin (devo confessar que até achei piada à energia, lata e “guts” que exibiu na sessão de apresentação);"
"Lasca do Alasca" , "babe" , "piquena", fossem estas palavras utilizadas por um homem e amanhã era o "fascismo nunca mais!!". Imaginemos se era Paulo Portas a dizer isto. Amanhã tinhamos manifestação da UMAR na avenida da Liberdade. E é aqui que-mais uma vez- a esquerda portuguesa peca- e muito. Pensa que é dona e senhora das boas intenções e da igualdade e fraternidade e o blá blá do costume. Os outros não. Mas, como sempre, aponta os defeitos aos outros. Os outros é que têm discursos machistas. Os outros é que desprezam as mulheres. Os outros é que não têm nível. Os outros. Os outros. Os outros. Mas quando são eles.... Fica registado-mais uma vez.
No meu dicionário é "desenvolta" e não "desinvolta" . Acho perfeitamente normal dar erros. Quer dizer, uns mais do que outros. Mas neste caso é aceitável. Mas o importante é que se fosse a "lasca do Alasca" a dar um erro...

3 Comments:
Julgo que nos tempos que correm os termos usados - "lasca do alasca", "babe", "piquena" - não seriam interpretados como insultos machistas caso o texto fosse escrito por um homem. Não deixam de ser termos e expressões insultuosas, aliás como como o teor do texto, no entanto não considero que o que sobressai sejam especificamente essas palavras, mas sim o "nada" que é o objectivo da crónica. Não tem lá nada. Não há argumentos fundamentados, só muitas frases infelizes. Conversa de café. Não é conversa de esquerda. Só a frustração e indignação 'incontidas' (quiçá também alguma inveja), jorradas num momento de raiva. She should have known better.
9:16 p.m.
ohhh n ha +?...
11:34 p.m.
Este comentário foi removido pelo autor.
11:35 p.m.
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